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EX-SÓCIO É RECONHECIDO COMO SÓCIO DE FATO E CONDENADO A PAGAR DÍVIDA LOCATÍCIA MILIONÁRIA

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) determinou que o ator Márcio Garcia é responsável por uma dívida que pode superar os R$ 10 milhões, originada da academia MG Sete Cultura Física. Apesar de não fazer mais parte do quadro de sócios da empresa há mais de 20 anos, a decisão considerou que ele atuava como sócio de fato, participando de decisões e da gestão do negócio.

O caso tem origem em contrato de locação firmado pela academia, no qual o fiador, um amigo de Marcio Garcia, acabou quitando, à época, R$ 1,5 milhão relativos à ações de execução. O valor atualizado do débito, segundo a defesa do fiador, supera 10 milhões de reais.

O relator do acórdão destacou que, embora Marcio Garcia tenha formalmente se retirado da sociedade em 2001, continuou a atuar como sócio de fato, inclusive com a comprovação de ocultação da real situação financeira da empresa e retirada simulada da sociedade com o objetivo de se eximir das obrigações, caracterizando desvio de finalidade e má-fé.

O desembargador Cherubin Helcias Schwartz Júnior manteve a decisão de desconsideração da personalidade jurídica da academia por indícios de abuso da personalidade jurídica, desvio de finalidade, ocultação de dívidas locatícias, simulação de retirada societária e de encerramento irregular. A medida alcançará também o sócio oculto. 


1 comentário


Jonathan. Hall.
Jonathan. Hall.
22 de abr.

Reading your post shows how serious business responsibility can still follow someone even after they leave a company, especially when courts see them as acting like a real partner in practice. It reminded me of when I studied legal cases in class and saw how evidence matters more than titles. I once used assignment help for CIPD students while learning about employment law topics, which helped me understand accountability better. It shows how actions, not just roles, can define responsibility in law.

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